velho

10 janeiro, 2012

foto 1

Tinta acrílica em papelão.

Dona Cândida

9 outubro, 2011

Comercial da produtora Descomplica em que fiz direção de arte, cenografia, e criei os objetos. Filmado nos estúdios Polpa, em Niterói.

Love Story revisited

30 julho, 2009

Amar é nunca pedir as contas.

segredo

10 julho, 2009

Se um dia eu lhe contasse um segredo, não gostaria que guardasse para si. Gostaria que anotasse num caderno e o enterrasse numa fossa atrás daquele lugar onde só nós dois conhecemos. E, quando depois de centenas de anos, uma criança de outra civilzação, mais evoluída e estranha do que a nossa, escavasse o seu jardim para enterrar o seu piolho gigante de estimação e encontrasse o caderno, ela não conseguiria entender os misteriosos rabiscos naquele livro e passaria a vida toda tentando decifrar um “eu te amo”.

4 junho, 2009

O que deixa um sorriso no meu rosto é que em algum lugar do mundo, existe um homem arrumando sua mochila: lanterna, corda, mantimentos, fósforos, o kit completo de sobrevivência. Tudo isso para esperar que uma nave espacial o abduza.

11 dezembro, 2008

Saudades dos pombos!

3 outubro, 2008

Um dia desses, eu volto para jogar milhos aos pombos.

9 agosto, 2008

Eu ia escrever sobre algumas coisas, a chatice dos emos, epifanias filosóficas descobertas ao abrir um pacote de biscoitos, mas não me sinto muito bom de conversa. O grande problema de escrever qualquer coisa – seja uma carta para alguém, um conto, ou uma lista de coisas para fazer – é o assunto. Por mais que a gente utilize técnicas de escrita automática ou que perfure o nosso inconsciente com uma furadeira Black & Decker em busca de qualquer migalha interessante, a primeira linha sempre dá aquele frio na espinha, acompanhado de uma vontade infantil de se esconder por debaixo da carteira do colégio. Infelizmente, não fazem mais carteiras de colégio grandes o suficiente para me esconder debaixo delas. No entanto, a gente sempre continua batendo teclas com aquela elegância forçada do Mister Magoo, naquele episódio onde ele confunde um piano com uma máquina de escrever. Algumas pessoas têm seus rituais ou supertições, eu, por exemplo, costumava fazer alongamento nos dedos, mas nunca resolvia a cãimbra mental que vem com a segunda página. Pensando bem… nada resolve. Talvez se afastar um pouco, tomar uma coca, devorar um pacote de Ana Maria sabor baunilha, sentir-se culpado, e continuar a escrever. Ou jogar pingue pongue com um amigo invisível que sempre perde e ainda te deixa comer as Ana Marias em paz.

Running Up That Hill

14 julho, 2008

Sumiço

25 junho, 2008

Por onde estará o dono do Polpa? Caçando tigres africanos com o seu guia neozelandês? Em Belize, como gerente de uma boate, onde apenas são permitidos turistas japoneses? Dançando o Foxtrott?  Num cinema bem perto de você? Ou viajando pelos quatro cantos do mundo, de graça, dentro de um contêiner, ele e 150 latas de atum? Caso você, caro leitor, acerte uma das alternativas, ganha um pacote inteiro de caramelos.

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